Cordel Encantado: da realeza ao sertão brasileiro

Figurino da novela é inspirado em fadas, figuras históricas e filmes.

Dia 11 estreou a novela das 6 da Rede Globo, Cordel Encantado. De um lado, a trama mostra o encantamento da realeza europeia e, do outro, as lendas heróicas do sertão brasileiro. A narrativa começa quando o rei da fictícia Seráfia do Norte, Augusto (Carmo Dalla Vecchia), sua mulher, a rainha Cristina (Alinne Moraes), e a filha recém-nascida Aurora viajam ao Brasil em busca de um tesouro escondido pelo fundador de seu reino, Dom Serafim.

Na viagem, elas são vítimas de uma emboscada. Antes de morrer, Cristina salva Aurora, entregando-a para um casal de lavradores, que a chama de Açucena. Rei Augusto volta para Seráfia acreditando que sua mulher e sua filha morreram. Enquanto isso, na mesma região, o cangaceiro Herculano (Domingos Montagner), preocupado com a segurança de seu filho Jesuíno e sua mulher Benvinda (Cláudia Ohana) em uma fazenda.

Vinte anos depois, o rei descobre que a filha pode estar viva no sertão do Brasil e Herculano decide que já está na hora de ter um sucessor para comandar seus canganceiros. Em meio a tudo isso, o amor de Açucena (Bianca Bin) e Jesuíno (Cauã Reymond), que não conhecem as próprias origens.

Para compor os looks dos 4 núcleos da novela (Seráfia do Norte, Seráfia do Sul, Brogodó e Cangaceiros), as inspirações das figurinistas Marie Salles e Karla Monteiro foram fadas, a madrasta da Branca de Neve, os filmes “Guerra nas Estrelas” e “O Senhor dos Anéis”, além de ícones da história mundial, como o rei russo Romanov, a rainha Vitória e a rainha Dona Maria I, a louca.


Núcleo Seráfia do Norte: Tem predomínio de cores solares, como dourado, tons claros, bege e marrom, a exceção dos vilões, que apostam em verde, bordô e preto.

Rei Augusto: baseado no rei russo Romanov, usa roupas claras e escuras, com detalhes dourados.

Rainha Cristina: fadas foram a inspiração para compor o figurino da personagem, em roupas com tecidos fluídos, tingidos pela técnica vietnamita milenar, chamada shibori.

Rainha Efigênia, a rainha-mãe: mistura entre a rainha Vitória e rainha Maria I, a louca.

Duquesa Úrsula: a madrasta da Branca de Neve e os desfiles de outono-inverno de grifes como Lanvin, Gucci e Pucci. Destaque para penas de pássaro, chapéus, pedras grandes e ombreiras.

Núcleo Seráfia do Sul: representada pelo rei Teobaldo (Thiago Lacerda) e pela rainha Helena (Mariana Lima), o guarda-roupa é marcado por prata, azul-marinho e preto, em referência à lua.

Rei Teobaldo, Rainha Helena, Principe Felipe e Principe Inácio: guarda-roupas inspirados nos filmes “Guerra nas Estrelas” e “O Senhor dos Aneis”.

Brogodonenses: os protagonistas usam tons claros e materiais naturais, como juta e algodão, além de aplicações de madeira, sementes, palha e coco.

Açucena/Princesa Aurora: tem em seu guarda-roupa peças com crochê, renda filé e patchwork. As cores são quentes, como vinho, cereja e goiaba.

Jesuíno: usa jeans e coletes de couro, com bordados de linha, destaque para a cor caramelo.

Timóteo: o vilão vem do Rio de Janeiro, por isso as cores de seu figurino são preto e branco. Com o passar do tempo, assumindo as funções do pai Januário Cabral (Reginaldo Faria), começa a usar ternos de linho em cores claras.


Cangaceiros: têm trajes que recriam o cangaço, com menções a outros guerreiros, como samurais, por exemplo.

Herculano, Belarmino (João Miguel) e Zóio-Furado (Tuca Andrada): têm em seu figurino couro trabalhado, aplicações de tachas e placas de prateadas.

Fotos: Divulgação

Fonte: http://www.usefashion.com

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